segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Mulher sobre flor de lótus e Tai Chi Chuan


O tempo passa depressa, em Setembro de 2007 encontrei esta imagem num poster em Praga e desde o início deste blogue em Março de 2008 que penso de vez em quando em fazer um post sobre ela



Gostei da imagem, uma composição onírica com uma mulher sobre uma flor de lótus gigante flutuando sobre água. Parece-me quase inevitável que um ocidental se lembre imediatamente do quadro de Boticelli “O nascimento de Vénus”, em que a deusa do amor surge de uma concha, também rodeada de água, que mostro a seguir e que fui buscar à Wikipédia




A água é fonte da vida, os chineses estão mais virados para as águas interiores, os lagos de água doce onde crescem as flores de lótus, os gregos estavam mais ligados ao Mediterrãneo, de água salgada onde existem as conchas.

Em Outubro de 2007 fui à procura da imagem do poster com a ajuda do Google Imagens, para ver se percebia melhor o seu significado. Acabei por encontrar este site de que dou uma ligação em inglês, tratando-se de um instituto que dá aulas de artes marciais e de exercícios de vários tipos de ginástica chinesa. Esta foto é usada para anunciar lições de algumas técnicas de Tai Chi Chuan, a ginástica matinal praticada em grupo, nos jardins das cidades, por milhões de chineses e aqui fica uma imagem desse site, igual à do poster mas com melhor qualidade.




Fiquei fã do Tai Chi Chuan desde que o vi praticar pela primeira vez em Macau há muitos anos, cheguei a comprar um livro e uma cassete de video para iniciar a prática. Infelizmente o livro e a cassette eram de escolas diferentes, cada uma ciosa da sua técnica, tendo eu apenas imitado a parte muito inicial da lição da cassete de video, continuando a considerar esses movimentos de enorme beleza e elegância. Durante uns dois ou três anos a C.M.L. disponibilizou cursos de Tai Chi Chuan aos domingos de manhã, na Quinta Pedagógica dos Olivais, de Abril a Julho. Infelimente esses cursos já não foram ministrados o ano passado nem este ano.

Andei à procura no youtube de classes de Tai Chi e escolhi este, parece-me que da cidade de S.Francisco, que dá uma ideia da natureza dos exercícios:



terça-feira, 8 de Abril de 2014

Passeios nos Olivais Sul


Os Olivais são um bairro muito completo. No outro dia num passeio pelo bairro deparei com este veículo estranho


Depois coloquei a imagem no Google Imagens mas sem sucesso, apareceram-me uns automóveis em tons de preto e azul mas nada que se parecesse com isto. Dei então uma ajuda ao Google dizendo que se tratava de um Renault e já apareceram imagens e sites designadamente este bastante informativo da Wikipédia.

Trata-se dum Renault Twizy Z.E. (como se constata na imagem...), provavelmente um "Urban", veículo eléctrico citadino, tratando-ne de um micro-carro de pequenas séries. Achei graça à versão "Concept car" muito mais espampanante, nesta imagem que trouxe também da Wikipédia


quarta-feira, 2 de Abril de 2014

A Europa não é velha, é antiga


Gostei muito desta página nº 66, do livro "A velha Europa e a nossa" do historiador Jacques Le Goff recentemente falecido, publicada pela Shyznogud aqui.



Gosto muito desta frase "A Europa soube distinguir entre uma pobreza voluntária, que é uma virtude, e uma pobreza imposta, que é uma infelicidade".

E também rejeito aplicar este adjectivo "velha" à Europa, que é apenas antiga, não está às portas da morte, com uma longa história, que pode ser uma força para a frente, ao mostrar-nos que é possível mudar, que existem alternativas aos rumos existentes, como disse há tempos aqui.

segunda-feira, 31 de Março de 2014

Musgo sobre Ulmeiros


Vou seguindo algumas notícias sobre a actualidade política deste governo que perdeu há muito tempo a minha confiança. Uma vez que, de uma forma geral, ouço as críticas que eu faria bem como sugestões de alternativa ao rumo actual, limito-me a aguardar pela mudança do governo, pois deste espero uma contribuição muito modesta para a solução dos problemas do país.

Agora que regressou a chuva, depois da Primavera nos ter trazido uns poucos dias de sol, reparei no brilho verde aveludado do musgo sobre os troncos de dois ulmeiros dos Olivais Sul, duas das poucas árvores desta espécie que resistiram a uma praga de origem holandesa que fez uma grande razia na segunda metade do século XX. Ainda pensei em aumentar a intensidade do verde na imagem mas depois deixei-a com o equilíbrio de cores definido pelo telemóvel.

quarta-feira, 26 de Março de 2014

Árvores floridas nos Olivais Sul



A Primavera continua a dar ares da sua graça, estas fotos foram tiradas em 16/Mar/2014, ligeiramente antes do equinócio. Fizeram uns dias muito bonitos, depois o tempo arrefeceu outra vez. Não sei o nome destas árvores, depois das flores aparecem as folhas de cor vermelho escura.

Hesitei na escolha da sequência das imagens, primeiro vem esta vertical em que predomina o branco sobre azul



a seguir destaco umas poucas flores para se verem melhor




depois mostro uma cena densa de flores



e finalizo com uma alameda florida

sexta-feira, 21 de Março de 2014

Malmequeres nos Olivais Sul


As notícias sobre o fim das estações do ano são muito exageradas, desta vez tivemos um Inverno bastante chuvoso e com umas tempestades marítimas mas a seu tempo, no caso desta fotografia a 16/Mar/2014, estava um sol radioso, anunciando a chegada da Primavera.

Nos Olivais Sul os canteiros encheram-se destes pequenos malmequeres, cujo tamanho é comparável aos trevos espalhados pela imagem e facilmente localizáveis no seu canto superior esquerdo



A imagem anterior e a seguinte foram tiradas em zonas sombrias. Surpreende-me sempre a grande quantidade destas pequenas florinhas



ainda mais patente no prado iluminado pelo sol da imagem seguinte, onde se passeiam em curvas as sombras de ramos de árvores, neste caso ainda despidas das suas folhas



Com um inverno tão húmido não admira que apareçam no meio dos malmequeres um ou outro cogumelo.

segunda-feira, 17 de Março de 2014

Árvore com ninho à beira-rio


Comecei este blog em 17/Mar/2008, passados 6 anos continuo a achar graça colocar de vez em quando aqui umas imagens acompanhadas duns textos.

Constata-se que o número de posts tem diminuído ao longo do tempo mas de forma bastante ligeira pelo que pode ser que essa diminuição não signifique uma via para a extinção. O número de leitores mantém-se pequeno mas são certamente bons, para se interessarem por assuntos que me interessam a mim também.

No meio deste inverno mais chuvoso que o habitual apareceu um bocadinho de azul do céu de longe em longe, como em 16/Fev deste ano, em que fotografei esta árvore sem folhas revelando um ninho que se espera venha a ser guarnecido com novas crias quando chegar a Primavera ou quando os progenitores considerarem mais oportuno.

quinta-feira, 13 de Março de 2014

De olho nas aves


A propósito de como é bom voar, “De olho nas aves” é o nome dum simpático programa da SPEA, Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves.

Em princípio uma vez por mês esta sociedade monta um estaminé à beira Tejo:
«
Local: Skate Park - Terreiro do Radicais no Parque Tejo (próximo do pilar da ponte Vasco da Gama). Coordenadas: 38.787263° (Latitude) | -9.091229°(Longitude)
»
e ficam lá das 10:00 às 13:00, ajudando quem apareça a conhecer melhor as numerosas espécies de aves que se podem observar no local. A próxima actividade deste tipo é já no próximo domingo, dia 16/Março/2014.

Os ingleses chamam as estas pessoas os “bird watchers”, procurei agora no google a tradução de inglês para português e deu-me “ornitófilo”, certamente do grego, tem o “filo” no final que significa amigo, “ornito” deve certamente ter a ver com aves. “Ornitologista” é um estudioso de aves que em inglês se traduz por “ornithologist”. Este pequeno parágrafo leva-me a concluir que os ingleses têm mais “bird watchers do que os portugueses têm ornitófilos, caso contrário teríamos um nome mais comum como, por exemplo, observador de aves.

No dia 16/Fev/2014, em que se realizou uma actividade deste tipo no mesmo local, tive oportunidade de ver exemplares da Garça real, Colhereiro, Alfaiate, Corvo-marinho, Maçarico-Real, Marrequinha, Maçarico das Rochas, Pato-Real, Guincho e Garça-Branca Pequena.

Na lista ao lado, que fotografei na altura,  ainda referem o Peneireiro-Comum que não vi embora me dissessem qual o local do pilar da ponte Vasco da Gama onde costuma pousar, e vi certamente melros e pardais no caminho pelos jardins à beira-rio até ao local de observação. Não acredito que não se tenham visto gaivotas, talvez não mencionadas por estarem omnipresentes nas margens do Tejo.

Naquele dia não levava máquina com teleobjectiva, mas no dia em que fui à procura dos corvos-marinhos tive a oportunidade de fotografar estas aves que se chamam alfaiates







Ao observar o maçarico real, que dá ares às Ibis, percebi finalmente parte da lenga-lenga que tinha ouvido muitas vezes: “Pico-pico, Maçarico, quem te deu tamanho bico?”. O bico do maçarico é realmente grande. Constatei quase unanimidade na pergunta sobre quem teria dado um bico tão grande ao maçarico, já na resposta as opiniões eram muito variadas.

De vez em quando faço posts sobre aves. Um apanhado rápido deste tema neste blogue pode ser acedido usando esta ligação.

segunda-feira, 10 de Março de 2014

Sítio dos Parapente



E na continuação do post anterior aqui está a razão porque o parapente na Suíça me fez lembrar do Sítio da Nazaré no post anterior:




No lado esquerdo da foto vê-se a capelinha com a história do D.Fuas Roupinho que referi no post anterior e bem no centro da imagem vê-se o desportista de parapente a passar muito perto do topo da falésia onde se situa “O Sítio” da Nazaré.

Estas fotos foram tiradas em Dez/2013 com uma máquina Olympus E-450 com uma objectiva que vai dos 14 aos 42mm, com distâncias focais equivalentes para 35mm indo dos 28 aos 84mm.

Portanto, quando o zoom da máquina está na distância focal máxima não chega sequer aos 100mm, dando uma aproximação ao objecto muito modesta, servindo mais para tirar do enquadramento pormenores indesejáveis do que para “funcionar como binóculo”. Tudo isto para dizer que as imagens deste post resultam mais da verdadeira proximidade dos parapentes do que do uso de teleobjectivas potentes.

Na imagem seguinte gostei do deslizar silencioso do parapente paralelo à linha de separação de águas do telhado vermelo, tão típico em Portugal, assim como o friso de remate da parede da casa




Na imagem seguinte tenho um enquadramento parecido ao do parapente laranja do penúlitimo post mas o céu da Nazaré estava cinzentão e a côr do parapente era muito mais discreta




Assim parece que o desportista está num baloiço, mostrando à direita com mais pormenor


e este também passou perto



mostrando a seguir em ampliação máxima
 


Voar com outros parapente ao pé requer certamente disciplina para evitar choques com tendência para serem fatais




e finalizo com estes 3, um pouco mais distantes




É bom voar.

quinta-feira, 6 de Março de 2014

Nazaré


Este post parece mais um folheto turístico, embora o tempo não estivesse exactamente como costuma aparecer nas fotos de promoção de Portugal como um país cheio de sol. Se bem que tenhamos muito sol temos também água da chuva normalmente em abundância, com alguns anos secos de permeio.

Na costa ocidental são frequentes estes ambientes fortemente nublados com uma neblina a esbater contornos. Neste caso gostei dos tons pastel e da ausência de nitidez no horizonte da praia da Nazaré.



Depois gostei de ver estas mulheres de trajes típicos, pelo menos duas delas protegidas por um lenço no cabelo, seguido de um xaile colocado a proteger parte da cabeça seguido por um segundo xaile a proteger "apenas" as costas. Tinham saias grossas e meias de lã grossa com os pés metidos em sandálias de enfiar.

As outras pessoas da foto usam vestuário provavelmente sintético que goza da minha preferência por ser mais eficaz na protecção contra o frio e a chuva e muito mais leve do que o tradicional.



Além da Helen Mirren a fazer de rainha de Inglaterra num passeio na Escócia e das camponesas russas não é frequente ver mulheres com lenços na cabeça nestas terras com tradição cristã. Prefiro este uso protectivo do lenço ao de profissão de fé islâmica que continuo a achar inadequado. A globalização marca presença através daqueles guarda-chuvas ao fundo que devem ser todos feitos na China. Acho engraçada a presença do tronco de palmeira na foto, as palmeiras costumam ser associadas a sítios muito mais quentes.

Olhando para a direita vê-se a falésia imensa que delimita a praia da Nazaré no lado norte. Sobre o promontório vê-se o farol que costuma aparecer, visto de outro ângulo, nas fotos das ondas gigantes provocadas pelo agora mundialmente famoso canhão da Nazaré



A mesma falésia aparece aqui majestosa, com umas pessoas para dar a escala humana ao conjunto. À direita das 3 bandeiras lá em cima está a capelinha onde, segundo a lenda, apareceu a Nossa Senhora ao D.Fuas Roupinho fazendo estacar o cavalo que estava prestes a precipitar-se no abismo durante a perseguição de uma cabra que seria uma materialização do demónio. Por trás dessa capelinha está a praça principal da povoação chamada "O Sítio", nome muito adequado a um sítio tão único.



Numa das "varandas" do fim da falésia do Sítio da Nazaré, já lá em cima, fotografei a praia e o mar lá em baixo



No próximo post se verá porque me lembrei da Nazaré depois do último post..



domingo, 2 de Março de 2014

Beleza

A Helena Araújo além de juntar o útil ao agradável, aumentando a sua produtividade durante uns dias de férias, demonstrando assim de forma prática o erro do actual governo de Portugal em suprimir feriados, ainda nos traz de bónus umas imagens de grande beleza.

Desta vez seleccionei estas duas deste post.


Ambas me recordaram os livros de banda desenhada, a primeira fez-me pensar na aventura do voo no espaço imenso, a segunda no silêncio e no quase-ouro sobre azul.




terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

A globalizaçao tem dias


Um dia destes numa conferência em que estive mostraram esta figura contendo estimativas (em Out/2013 estimaram valores de Nov/2013) dos preços do Gás Natural Liquefeito em vários pontos do globo.



Fui à procura desta informação e descobri esta figura aqui.

Não me vou alongar sobre um tema que não domino mas para um leigo é surpreendente que num mundo alegadamente tão globalizado possam subsistir diferenças de preço tão grandes para um produto de uso tão global.





sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Corvos-marinhos na base dum pilar da Ponte Vasco da Gama


Nos meus curtos mas frequentes passeios à beira-rio tinha notado a existência de numerosas aves, de cor escura, na base de um dos dois pilares mais altos da Ponte Vasco da Gama.

Como era o pilar mais afastado da margem era difícil ver do que se tratava pelo que pedi emprestada uma máquina fotográfica com um zoom óptico de 18x, tendo constatado que no seu alcance máximo este zoom é equivalente a uma distância focal de 450mm para uma máquina de rolo de 35mm.


Para ter mais luz fui ao local cerca das 3 da tarde, num dia da última semana do passado mês de Janeiro, constatando que as aves primavam pela ausência, à excepção do que parecia ser uma gaivota. Decidi voltar ao fim da tarde e lá estava a multidão habitual iluminada pela luz do sol poente



Na foto contei umas quarenta aves e mais aquela pernalta do lado esquerdo que não fazia parte do bando.

Enquadrando uma parte da foto e mostrando a resolução máxima vê-se melhor na imagem seguinte pelas silhuetas que se tratam de corvos-marinhos, que referi há bastante tempo neste post



Fotografando um pouco mais para a direita



e mostrando a ampliação vê-se finalmente um corvo-marinho com as asas abertas a ver se secam, disseram-me que como as penas não são impermeáveis, talvez para facilitar mergulhos a maiores profundidades, os corvos-marinhos colocam muitas vezes as asas nesta posição estendida


Na imagem seguinte parece haver outro corvo-marinho de asas abertas, afinal não fazem isso tanto como dizem. Julgava que se conseguiam fotografias melhores com as máquinas compactas de grande zoom óptico. Afinal aquelas objectivas com um cilindro enorme e pesado ainda são insubstituíveis para algumas tarefas...





sábado, 15 de Fevereiro de 2014

Chorão à beira-rio


Gosto de ver esta árvore nos meus passeios à beira-rio e já a tinha mostrado em Jun/2012 neste post, onde aparecia numa foto tirada em Mai/2012 e que mostro na imagem a seguir:


 Entretanto,o post da última passagem do ano em que a propósito do pintor japonês  Hiroshige mostrei esta imagem



renovou o meu interesse por esta árvore. O sítio da internet onde encontrei esta obra do Hiroshige foi o do jardim botânico de Chicago, em que referiam que estavam a podar um "willow" existente na secção japonesa do jardim para ficar parecido com a estampa. "Willow" em português significa Salgueiro, árvore muito referida na literatura mas que só agora constatei na wikipédia ser um quase sinónimo de chorão.

Em 9/Jan/2014 tirei então esta foto, mais uma vez ao fim da tarde, achei que a árvore já ficaria pouco mais despida de folhas do que nessa altura.




Era relativamente evidente que a árvore tinha sido podada na parte de baixo, não era de esperar que os ramos ficassem todos à mesma distãncia do chão, verifiquei agora que em Mai/2012 a árvore era nesse aspecto mais irregular. Mostro a seguir a mesma foto mas enquadrando apenas a árvore




E termino com outra foto mais luminosa que tirei às 3 da tarde de 21/Jan/2014:



segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014

Depois da Tempestade virá a Bonança



Depois da tempestade virá a bonança, como neste fim de tarde à beira Tejo, em 9 de Dezembro de 2013.





Para tempos mais abonados poder-se-à mesmo desfrutar da calma do fim da tarde neste agradável terraço do Lake Palace Hotel, situado em Udaipur, cidade do estado do Rajasthan, na Índia, que foi cenário do filme "Octopussy" do James Bond



e que já referi aqui.

Além de uma ida a Bruxelas tenho-me dedicado a digitalizar umas fotos antigas que só existiam em álbuns da família. Depois de digitalizar fotos é difícil  resistir à tentação de dar uns retoques, tarefa que tende a eternizar-se, deixando menos tempo disponível para este blogue

Por outro lado sinto-me cansado dos disparates que vão sendo notícia e poder-se-à aplicar o ditado "em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão".

Continuo a pensar que o governo deve cumprir a lei existente (estou agora a pensar nos quadros do Miró), se não gostar da lei pode sempre alterá-la, directamente ou através da maioria parlamentar que o apoia, desde que dentro dos limites constitucionais.