Depois de ver os Blocos A e B referidos em post anterior fui ver o “Edifício do Vale Formoso de Cima nºs 292 e 294” que parece mais comprido do que os Blocos A e B juntos.
Tentei confirmar no Google Earth, em que é mais fácil fazer medições, mas os edifícios são recentes e ainda não estão na vista de satélite, que é partilhada com o Google Maps.
Tentei então contar as fiadas de painéis fotovoltaicos nesta foto (clique para aumentar)
mas não consegui, perdia-me a contar os de lá ao fundo.
Deformei então a imagem para ficar mais rectangular (com um PhotoImpact que ainda uso), para evidenciar a contagem coloquei-a num Power point e coloquei uns números sobre fundo amarelo conforme segue
em que as numerosas deformações da imagem para obter uma forma mais rectangular fizeram perder a respectiva nitidez.
Revisitando o post anterior constata-se que cada Bloco A ou B tem 12 fiadas de painéis, num total de 24 enquanto este tem 30. Por isso este “corredor” enorme no rès-do-chão, onde tive dificuldade em encontrar a porta de entrada, com arrecadações limitadas por placas metálicas com furinhos como nos Blocos A e B.
No piso debaixo deste estava uma garagem do prédio em que, dada a implantação do prédio numa encosta, uma das paredes longitudinais estava contra a terra, mas a outra “parede” estava em contacto com o ar deixando assim apenas os pilares de suporte e uma longa viga longitudinal, preenchendo os espaços com uma rede metálica que em princípio bastará para inibir actos de vandalismo de amadores, assegurando uma ventilação natural, bem como iluminação diurna.
existindo ainda um segundo nível inferior com portão para acesso de automóveis que não visitei.
Noutro dia revisitei os Blocos A e B, uma das razões para descobrir onde seria a porta de entrada principal de um dos Blocos e a sequência de fotos que tirei mostra a minha confusão.
Para começar fotografei parte de um vidro grande, provavalmente duplo, talvez 2,5x2,5m, e quase tudo o que ficou na foto são reflexões do vidro, por trás do qual estaria o átrio de entrada.
Eu estava fotografando vestindo um casaco escuro e com um chapéu de abas côr de palha. A minha imagem maior e pouco iluminada corresponde à reflexão no vidro na parede do rés-do-chão. A mais pequena mas mais luminosa corresponderá à reflexão de mim num espelho existentye no átrio de entrada e cujos raios são mais fortes do que os refectidos pelo vidro existentes no seu trajecto. No lado esquerdo da imagem existe uma reflexão duma Oficina Feu Vert que estava por trá de mim, a ser reflectida também no vidro. A reflexão do Bloco B, também por trás de mim é perturbada por luz que vem da divisão por trás do vidro.
Tirei então outra foto, muito próximo do vidro, que ficou assim
A foto seguinte confirma as explicações anteriores.
Contudo ainda não tinha descoberto a porta principal de entrada no prédio. Desta vez não usei o “cherchez la femme” típico das novelas muito antigas mas fui à procura dos campainhas de entrada pois nunca mais descobria uma porta de proporções generosas, com um vidro grande para evitar choques entre quem vai a entrar e quem vem a sair e com uma pega estática para empurrar ou puxar. Este meu conceito de porta de entrada veio a revelar-se um preconceito sem aplicação neste prédio conforme constatei na foto seguinte
e nesta a seguir, onde se vê a totalidade da porta que não tem qualquer vidro nem um puxador mas apenas uma maçaneta metálica e uma fechadura banal. No meu preconceito isto seria uma porta para uma arrecadação com uso pouco frequente.
Para quase finalizar mostro uma imagem frontal do Bloco B onde se vê o Vidro do átrio de entrada, a respectiva porta e as caixas de correio do edifício.
e depois de escrever tanto sobre estes edifícios acabei por descobrir que consigo ver o maior a partir duma janela da minha casa, usando uma Canon IXUS com distância focal de 54mm equivalente a 300mm para as máquinas clássicas de rolo de 35mm:

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