Como disse neste post "Fui ao Irão em Maio/2010, com receio de mais outra intervenção americana que partisse o país todo, à semelhança do que acontecera no Iraque, incluindo as ruínas do império persa do tempo de Dario e Xerxes e a deslumbrante arquitectura quer laica quer religiosa que tive a oportunidade de mostrar neste blogue em vários posts."
Gostei muito da arquitectura, fiz vários posts sobre o que vi nessa viagem e publiquei em Mar/2017 "Índice dos posts sobre o Irão" desde Mai/2010 até Jan/2016.
No post "Pena de Morte" refiro que além de ser em 2009 o país com maior número de execuções por milhão de habitantes do mundo, a lei previa ainda a lapidação de mulheres e penas de mutilação, como o corte de mão a ladrões. As mulheres têm também limitações fortes no vestuário, obrigação de cobrir o cabelo e discriminações várias mas julgo terem acesso fácil às Universidades.
É dos raríssimos países em que é permitido por lei transaccionar órgãos, uma das leis preconizadas no programa de TV de há mais de trinta anos "Transplante de orgãos – Parte II em 1994-11-22" pelo economista Pedro Arroja que vi agora na wikipédia ter colaborado na elaboração em 2021 do programa económico do partido Chega.
Depois do post com índice de artigos sobre o Irão escrevi um grande sobre Mahsa Amini, uma vítima mortal da polícia de costumes iraniana por ter uma quantidade de cabelo à mostra maior do que o permitido.
A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, que correu o risco de ser lapidada, foi perdoada por bom comportamento e libertada da prisão em Mar/2014.
A morte do Supremo Líder Ali Khamenei no início do ataque de Israel e EUA ao Irão na manhã de 28Fev2026 revela que os atacantes têm boas informações sobre a localização de dirigentes importantes do Irão e que os meios de detecção de ataques iminentes à cidade de Teerão onde estava Khamenei são de qualidade insuficiente.
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