2008-09-17

A Escolha e o Iberismo

Nunca tive atracção pela actividade de escolher. Claro que por vezes é necessário escolher mas prefiro não ter que renunciar ao que não foi escolhido. Na realidade nem percebo porque comecei a fazer um blogue como este em que tenho que escolher imagens e depois o que digo e o que não digo.

Mas neste caso destes copos com bicos com que simpatizo, acabei por comprar um de cada cor e vou usá-los só para a água, ficando cada conviva com uma cor diferente. Viva a diversidade, todos diferentes todos iguais...



Mesmo quando quis mostrar a linda vista que o copo proporciona, quando visto por cima, não fui capaz de me decidir entre o cinza e o mel. Apresento os dois:











Acho que não sou iberista por isso representar uma escolha muito restritiva. Porquê uma associação forte a Espanha e não à Inglaterra ou à França ou a um país escandinavo? Associamo-nos a alguém por ele ser nosso vizinho? Por simples proximidade geográfica? Nesse sentido, a integração na União Europeia representa uma escolha muito menos limitativa do que uma união ibérica. E mesmo assim, precisamente pela relutância na rejeição, acho que a União Europeia não pode fechar as portas a quem se queira juntar ao clube, desde que observe as regras necessárias para a admissão.

3 comentários:

Helena disse...

Os copos vistos de cima lembram-me aquela terrível progressão de Fibonacci, de que entendo a lógica numérica, mas ainda não percebi como se aplica às espirais das pinhas.
jj.amarante, isto é um pedido: é capaz de me explicar isso, da maneira simples que lhe é habitual, para que até eu compreenda?
A informação que tenho é esta: nas espirais das pinhas, bem como na sobreposição das pétalas de certas flores, está presente a sequência de Fibonacci (1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, etc.).
A dúvida é esta: como é que isso se conta nas espirais das pinhas?
Ou, como dizia o outro em frente ao palácio: muuuuh? muuuuuh?

jj.amarante disse...

Tomei nota. Pinhas, flores e Fibonacci.

Helena disse...

:-)